No precipício era o verbo

by  antónio castro caeiro, and josé anjos

No precipício era o verbo
Vários autores

Textos: António de Castro Caeiro, André Gago, José Anjos, com excepção de Gnômon e XII Pítica para Midas de Agrigento, de Píndaro, e Gnosis, de Sammuel C. Dayton
Ilustrações e logótipo convidado: André da Loba
Design: Dulce Cruz
Composto em Filson, de Olivier Gourvat (Mostardesign)
Miolo: Coral Book Ivory 100 grs
Guardas: a 1/1 cor em offset de 120 grs
Capa: Forro da capa com estampagem a branco em tela Brillianta armada em cartão de 2,2 mm
Voz: António de Castro Caeiro, André Gago, José Anjos
Composição e interpretação musical: Carlos Barretto (contrabaixo)
Percussão: José Anjos
Gravado nos estúdios Namouche por Joaquim Monte
Produção: No precipício era o verbo

Data: Abr-2017
Edição: #0057
ISBN: 9789898688491
Dimensões: 17 x 25 cm
Núm. páginas: 96 págs

Tudo começou com a proposta de juntar quatro autores e os seus ofícios — Carlos Barretto (músico e compositor) António de Castro Caeiro (filósofo e tradutor), André Gago (actor e escritor) e José Anjos (músico e poeta) — com um objectivo: o precipício enquanto exercício de contemplação e linguagem — porque caímos juntos; caímos em pensamento e no pensamento uns dos outros, na celebração da vida e dos afectos. Porque o poema é só a face visível do problema.
O primeiro trabalho dos No precipício era o verbo consiste num livro e cd, ilustrado por André da Loba, onde se contemplam uns aos outros à volta do precipício que une os quatro autores, juntos pelo mesmo começo, na sincronia do poema que ainda não existe.

25€